ENVELHECIMENTO E DOENÇAS REUMÁTICAS – A IMPORTÂNCIA DAS AÇÕES MULTIPROFISSIONAIS.


RESUMO


O presente artigo buscou verificar, através de revisão bibliográfica, a importância das ações multiprofissionais promovidas em época de pandemia, dentro da ONG GRUPAL- GRUPO DE PACIENTES ARTRÍTICOS DE PORTO ALEGRE, para seus associados com doenças reumáticas e idosos. Buscou ainda, verificar o impacto que as doenças reumáticas, o envelhecimento, e o afastamento social obrigatório por conta da pandemia provocam na qualidade de vida das pessoas. Os resultados mostraram que as limitações físicas e dores provocadas pelas doenças reumáticas associadas às perdas naturais do processo do envelhecimento e o afastamento social obrigatório por conta da pandemia, interferem de forma significativa na saúde física, mental e bem estar das pessoas. Dores e limitações físicas podem desencadear além da perda da autonomia, sofrimentos físicos e psíquicos intensos. Reforçados pelo isolamento social obrigatório, podem ainda, gerar níveis altos de estresse, sentimentos negativos de finitude, ansiedade, depressão e levar à morte social. As ações multiprofissionais, promovidas pela ONG GRUPAL, descritas como: acompanhamento psicológico, ações do serviço social, fisioterapia, nutrição, educação física, dança, Pilates, yoga e o suporte jurídico, podem ajudar as pessoas a se adaptarem às novas condições de saúde, elevar padrões de autoconfiança, esperança, autocuidado e fortalecer as capacidades de resiliência e de enfrentamento. Com os resultados obtidos, pode-se concluir que estas ações podem ser consideradas como ações de fortalecimento, estratégicas na prevenção e promoção de saúde, fundamentais ao desenvolvimento do bem-estar e da melhoria da qualidade de vida das pessoas idosas e com doenças reumáticas. Palavras-chave: Ações multiprofissionais, doenças reumáticas, envelhecimento, pandemia.


ABSTRACT


The present article sought to verify, through a literature review, the importance of multi-professional actions promoted during a pandemic period, within the NGO GRUPAL- PORTO ALEGRE ARTHRITICAL PATIENTS GROUP, for its associates with rheumatic diseases and the elderly. It also sought to verify the impact that rheumatic diseases, aging, and mandatory social distancing due to the pandemic have on people's quality of life. The results showed that the physical limitations and pain caused by rheumatic diseases associated with the natural losses of the aging process and the mandatory social withdrawal due to the pandemic significantly interfere in people's physical, mental and well-being. Pain and physical limitations can trigger, in addition to loss of autonomy, intense physical and psychological suffering. Reinforced by mandatory social isolation, they can also generate high levels of stress, negative feelings of finitude, anxiety, depression and lead to social death. Multiprofessional actions, promoted by the NGO GRUPAL, described as: psychological support, social service actions, physiotherapy, nutrition, physical education, dance, Pilates, yoga and legal support, can help people adapt to new health conditions, raise standards of self-confidence, hope, self-care and strengthen resilience and coping skills. With the results obtained, it can be concluded that these actions can be considered as strengthening actions, strategic in the prevention and promotion of health, fundamental to the development of well-being and improvement in the quality of life of elderly people and people with rheumatic diseases. Keywords: Multi-professional actions, rheumatic diseases, aging, pandemic.


INTRODUÇÃO

Envelhecer é um processo natural de consequentes alterações biológicas, sociais e psicológicas e mesmo associando alegria à velhice, os idosos em sua maioria, reagem negativamente às modificações que ocorrem com o envelhecimento (OlIVEIRA et al., 2021). A palavra envelhecer é evitada pelos idosos, pois tem sido diretamente associada às perdas da vitalidade, fragilidades, desgastes motores e suas consequências, perdas da autonomia, cansaços físicos que geram desconforto e desmotivação, tristeza e desesperança por conta das limitações funcionais e sociais, favorecendo o desenvolvimento de doenças e comorbidades (SOUZA, SILVA e LINS, 2020). Como doenças limitantes, ainda, podemos destacar as doenças reumáticas, definidas como “doenças e alterações funcionais do sistema músculo-esquelético de causa não traumática", que incluem mais de 120 doenças diferentes e tem sido consideradas como um dos maiores problemas de saúde do mundo, por conta da elevada prevalência e do impacto na saúde da população (Ministério da Saúde, 2004; FALSARELLA et al., 2010). Considerada como uma doença crônica não transmissível, com características autoimunes, acometem as articulações e estruturas ósteomusculares, associados à dor e rigidez muscular e prejudicando também alguns órgãos como pele, coração, pulmão, fígado e rins (OLIVEIRA et al., 2021). Além de representar a condição crônica mais limitante da mobilidade e do autocuidado, é a segunda maior condição relatada pela população idosa brasileira, é o que destaca um estudo sobre as relações existentes entre o processo do envelhecimento da população, a epidemiologia e manifestações das doenças reumatológicas e as incapacidades (FALSARELLA et al., 2010; MACHADO et al., 2004). Dor sempre presente, cansaço, sofrimento intenso e contínuo, causando dependência, preocupações e medos do futuro, instabilidade emocional, perda da autonomia, desânimo, tristeza e medo da dependência é a percepção da condição de saúde descrita por adultos e idosos com doenças reumáticas (SÁ e OLIVEIRA, 2017). Se por um lado, o medo da dependência causa angústia e tristeza, por outro, no entanto, a possibilidade de poder escolher, ter tempo disponível para as atividades, ter autonomia, poder fazer atividades físicas e sociais que não eram possíveis quando em outro estágio da vida, poder agir como um ser social e o sentimento de liberdade, são elementos que preservam a funcionalidade independente do idoso, promovem saúde e previnem doenças (SOUZA, SILVA e LINS, 2020). Dessa forma, assim como a liberdade da interação social favorece a qualidade de vida e bem-estar do idoso, o afastamento social traz efeitos prejudiciais à saúde (DA SILVA SANTOS, BRANDÃO e ARAUJO, 2020). Apesar de manter idosos afastados e isolados ter sido a melhor maneira de evitar o contágio e o agravamento da doença COVID-19, caracterizada como PANDEMIA pela OMS – Organização Mundial de Saúde, em março de 2020; o distanciamento social para os idosos, desperta, associados aos sentimentos de finitude, sentimentos negativos, como por exemplo, medo, culpa, abandono, perdas de autonomia e de identidade, tristeza, solidão, desesperança, depressão, podendo levar até a morte social (CARDOSO et al., 2021) Inserida neste contexto, a ONG GRUPAL – Grupo de Pacientes Artríticos de Porto Alegre, fundada em 31/05/1984, primeira ONG para portadores de reumatismo da América Latina, voltada ao atendimento de pessoas com doenças reumáticas e idosos associados na ONG, pode ser considerada como suporte às necessidades que se apresentam diante das dificuldades frente às doenças reumáticas e às questões do envelhecer, principalmente neste período tão incomum da pandemia. Na ONG GRUPAL são oferecidos de forma gratuita e semanalmente, atendimentos psicológicos individuais e em grupos terapêuticos, grupos de convivência, atendimentos do serviço social, nutrição, educação física, Pilates, yoga e dança. Mesmo durante a pandemia, com estratégias de afastamento social e inclusão digital, tem mantido todos os serviços em modo virtual, tanto para os atendimentos individuais quanto para os atendimentos em grupos, com ações multiprofissionais, essenciais à promoção e prevenção da saúde. Diante deste contexto, é importante aprofundar estudos acerca da importância destas ações para um melhor entendimento sobre o possível impacto que podem provocar na vida das pessoas idosas e que convivem com doenças reumáticas. Este estudo constitui uma pesquisa bibliográfica realizada em banco de dados on-line, SCIELO, Google Acadêmico e livros através do levantamento da produção científica nacional e internacional, entre o período de 2004 a 2021, sobre a temática Doenças Reumáticas, Envelhecimento e Ações Multiprofissionais e do seu impacto na qualidade de vida das pessoas. Após a recuperação dos trabalhos com base no título e palavras-chave, foram incluídos neste estudo artigos, publicações de pesquisas, teses/dissertações dentro dos programas de pós-graduação e mestrado acadêmico ou profissionalizante sobre o tema, bem como de livros sobre a temática. Para a busca no site, utilizaram-se os seguintes descritores: doença reumática, envelhecimento, ações multiprofissionais e pandemia.


AÇÕES MULTIPROFISSIONAIS

Dados estatísticos demonstram que a sintomatologia da ansiedade e da depressão estão presentes e associadas às doenças reumáticas e suas patologias, sendo ainda, consideradas mais prevalentes do que na população sem a doença. Destaca-se, dessa forma, a necessidade de intervenções multiprofissionais, completas e voltadas não somente às incapacidades e limitações físicas das pessoas idosas ou com doenças reumáticas, mas acima de tudo, intervenções que atendam as questões biopsicossociais a nível de prevenção e promoção em saúde, observando as consequências psíquicas e sociais decorrentes de todo esse processo do envelhecimento, saúde e doença (ALVES, 2018). Considera-se, neste contexto, a necessidade de associar ao tratamento farmacológico, ações que contemplem atendimentos psicológicos, sociais, de educação em relação à doença, autocuidado, prática de exercícios físicos diversos e de acordo com as necessidades individuais (ARAUJO et al., 2017; ROSINHA, 2014).


ONG GRUPAL

Como estratégia de enfrentamento das necessidades de atendimentos e das questões apresentadas por conta do isolamento social, é ofertado pela ONG GRUPAL, inicialmente de forma virtual, atendimentos psicológicos individuais e em grupos terapêuticos, grupos de convivência, acolhimento e acompanhamentos da assistência social, atendimentos e avaliações nutricionais, estimulação para o exercício físico, fisioterapia, dança, yoga, Pilates, e o suporte jurídico. Destaca-se ainda, por análise de necessidades, ações estratégicas de inclusão digital com criação de cartilha Bê-á-bá digital.


PSICOLOGIA

As ações da psicologia tanto em atendimentos individuais quanto em grupos terapêuticos, seja por meio da psicoeducação ou da troca de experiências, são ações de fortalecimento emocional, capazes de ajudar os indivíduos a ajustarem-se às novas condições de saúde, promover novos aprendizados, provocar uma melhor visão subjetiva, melhorar a autoestima, auxiliar na diversificação do repertório de pensamentos e ressignificação de valores, promover o autoconhecimento e o autocuidado, monitorar a instabilidade emocional, avaliar, encaminhar quando necessário às avaliações psiquiátricas ou unidades de saúde mais avançadas, diminuir o agravo de doenças e sofrimentos psíquicos intensos e psicopatológicos, promover e fortalecer a resiliência e a capacidade de enfrentamento, principalmente diante do período pandêmico (ALVES, 2018).


ASSISTÊNCIA SOCIAL

O trabalho da Assistência Social no contexto das doenças reumáticas e da atenção ao idoso, pode ser considerado um trabalho fundamental diante das demandas de necessidades de apoio e das vulnerabilidades que a idade e a doença provocam. Além do acolhimento profissional, a produção das avaliações, encaminhamentos, orientação das informações técnicas e burocráticas, direcionamento ao acesso às políticas públicas e sociais (direitos, inserção em medidas socioeconômicas e educativas, gratuidades, encaminhamentos para solicitações de liberação de medicamentos) são ações consideradas imprescindíveis a promoção e manutenção da saúde (SODRE, 2014).


NUTRIÇÃO

A nutrição deve ser levada em conta como complemento terapêutico indispensável no tratamento das doenças reumáticas. Além de perdas nutricionais provocadas pela doença, alguns medicamentos podem causar efeitos colaterais e atrapalhar a absorção ideal dos nutrientes (PINHEIRO, 2015). Estudos sinalizam ainda, que transtornos nutricionais como a obesidade, por exemplo, pode ser um grande fator de risco, desencadeante de um processo inflamatório facilitador do surgimento das doenças reumáticas e comorbidades. A sobrecarga causada pelo excesso de peso pode causar danos nas articulações e consequentes complicações em saúde (RUIZ et al., 2021).


EXERCÍCIOS FÍSICOS

No processo terapêutico das doenças reumáticas, a prática de exercícios físicos, tem sido considerada, de acordo com a literatura, forte aliada na redução dos sintomas (OLIVEIRA et al., 2021). Responsáveis pelo fortalecimento da resistência muscular e cardiorrespiratória, os exercícios físicos são capazes de diminuir o declínio funcional, melhorar qualidade do desempenho das atividades da vida diária (AVD) e consequente melhora da sensação de bem estar das pessoas (ARAUJO et al., 2017; COSTA et al., 2018). Além de auxiliar na regulação do sono e na redução de alguns sintomas, como a dor por exemplo, os exercícios físicos provocam alterações neuroendócrinas, que liberam hormônios como a serotonina, capaz de melhorar o humor (ARAUJO et al., 2017). Embora com características comuns, as doenças reumáticas apresentam aspectos diferenciados, sendo por isso, necessárias avaliações individualizadas ou por grupos de patologias. Destaca-se dessa forma perceber que não são apenas exercícios, são intervenções com exercícios, orientadas por profissional qualificado que leve em conta as características individuais de cada um e a gravidade da doença (ARAUJO et al., 2017; COSTA et al., 2018).


FISIOTERAPIA

Em patologias reumáticas, as intervenções fisioterapêuticas, alongamentos, exercícios de fortalecimento muscular, por exemplo, auxiliam no domínio do equilíbrio e na redução da dor (KNOB et al., 2010). De acordo com estudos com avaliações das intervenções pré e pós fisioterapêuticas, a fisioterapia é considerada de suma importância na prevenção e no tratamento de doenças reumáticas; como resultados, obteve-se melhoras no estado geral de saúde, na capacidade funcional, na saúde mental, na diminuição das limitações físicas e da dor (BETTANIN et al., 2015).


DANÇA

A dança contribui para muito além do bem estar proporcionado pela prática das atividades físicas. A estimulação cognitiva e emocional decorrentes do processo da dança, do participar em grupo, do movimento sincrônico e da troca de experiências, associados aos estímulos auditivos, visuais e cinestésicos; contribuem sobremaneira para melhorar autoestima e elevar níveis de satisfação, e qualidade de vida (ARAUJO et al., 2017).


YOGA

Melhoras nas dores articulares e em crises de fibromialgia, diminuição de pontos de tesão, relaxamento e alongamento muscular, melhoria na capacidade respiratória, na qualidade do sono e diminuição de crises de ansiedade são relatos dos benefícios da Yoga, prática milenar usada a favor da diminuição do sofrimento e melhoria da qualidade de vida (COSTA e CUNHA, 2019; ROSINHA, 2014).


PILATES

Assim como a Yoga, o Pilates se utiliza de técnicas de respiração e exercícios que abrangem aspectos físicos, emocionais e comportamentais para tornar o corpo mais forte, objetivando eliminar dores e sofrimentos de forma que as pessoas possam enfrentar as demandas do dia-a-dia mais fortalecidas, com mais resiliência, capacidade de enfrentamento e consequente melhora na qualidade de vida das pessoas, principalmente aquelas com doenças reumáticas (ROSINHA, 2014).


SUPORTE JURÍDICO

Mesmo diante da criação da Política Pública de 1996 que garante a dispensação de forma gratuita e universal de medicamentos, fazem-se necessárias ações judiciais para garantir esse direito, inclusive para medicações inseridas na Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (RENAME), como por exemplo, Adalimumabe, Etanercepte e Infliximabe medicações recomendadas para tratamento de doenças reumáticas (BATISTELLA ET AL., 2019). Diante de questões como essa, considera-se imprescindível o apoio jurídico, sendo o advogado em sua essência, o profissional que defende os interesses das pessoas perante o Estado, protegendo os direitos das pessoas diante da sociedade (ARAUJO, 2019; KOMIYAMA e DE AGUIAR, 2015).


CONCLUSÃO

O presente estudo mostrou que os fatores relacionados ao impacto que as doenças reumáticas, o “envelhecer” e o isolamento social causam na vida das pessoas, interferem diretamente na qualidade de vida e bem estar das pessoas. O envelhecer traz consequências limitantes por conta de perdas funcionais, cognitivas e sociais decorrentes do processo natural do envelhecimento.


As doenças reumáticas, por sua vez, também consideradas restritivas, são um dos maiores problemas de saúde do mundo, sendo consideradas no Brasil, a segunda maior causa limitante da mobilidade e do autocuidado. Limitante ainda, podemos considerar o isolamento social por conta da pandemia, que mesmo por motivos de proteção, desperta sentimentos negativos, prejudiciais a saúde. Sentimentos esses, que associados às limitações físicas, sociais e emocionais, despertam medo, insegurança, culpa, perdas de autonomia e de identidade, sentimentos de finitude, tristeza, ansiedade, depressão, podendo levar ao agravo de doenças e à morte social. Por outro lado, destaca-se que as repercussões associadas às perdas e limitações proporcionadas pelo envelhecimento, pelas doenças reumáticas e pelo isolamento social podem ser amenizadas por meio de ações multiprofissionais; ações que além do tratamento medicamentoso, atendam os vários aspectos biopsicossociais, preservando a individualidade das pessoas, a favor da prevenção e promoção em saúde. Estudos comprovam cientificamente, no contexto das doenças reumáticas e do ser idoso, a importância e os benefícios das ações multiprofissionais, descritas como ações da: assistência social, psicologia, nutrição, fisioterapia, atividades físicas com exercícios específicos, dança, Pilates, yoga e do suporte jurídico, como fortalecedoras das capacidades de resiliência e enfrentamento, especialmente em época de pandemia. Trabalhando sob essa ótica, do ser biopsicossocial, percebendo as consequências físicas, sociais e psíquicas do diagnóstico da doença reumática e do ser idoso, a ONG GRUPAL oferece atendimentos multiprofissionais, com ações e atividades específicas, voltadas às necessidades de seus associados para possíveis adaptações sociais, melhor sentimento de bem estar e qualidade de vida. Conclui-se dessa forma, que as ações mantidas e ofertadas pela ONG GRUPAL são ações imprescindíveis a prevenção e promoção em saúde no contexto do ser idoso, viver e convier com doenças reumáticas.


REFERÊNCIAS

ALVES, Sónia Daniela Veiga. Ajustamento Psicológico e Qualidade de Vida na Artrite Reumatóide. 2018. Tese de Doutorado.


ARAUJO, Alexandre Santos.A imprescindibilidade do Advogado na efetividade da justiça. 2019.


ARAÚJO, Joyce Thalita Medeiros de et al. Experiência de mulheres com fibromialgia que praticam zumba. Relato de casos. Revista Dor, v. 18, p. 266-269, 2017. https://doi.org/10.5935/1806-0013.20170113


BATISTELLA, Paula Mestre Ferreira et al. Ações judiciais em saúde: revisão integrativa. Revista Brasileira de Enfermagem, v. 72, n. 3, p. 809-817, 2019.https://doi.org/10.1590/0034-7167-2018-0551


CARDOSO, A. et al. , 2021. 60+ DIREITOS, DESAFIOS E PERSPECTIVAS. São Paulo: Portal do envelhecimento


COSTA, P. R. S. M; CUNHA, L. C. S. Saúde, equilíbrio e autoconhecimento: Yoga no alto sertão sergipano. 2019.


Costa, T.; Falcão, S.; Branco, J. O Papel do Exercício Físico no Tratamento das Doenças Reumáticas: Revisão Narrativa. Revista da SPMFR I Vol 30 I Nº 1 I Ano 26 (2018).


DA LUZ BETTANIN, Jocelene et al. Qualidade de vida pré e pós intervenção fisioterapêutica de indivíduos portadores de doenças reumáticas. EFDeportes.com, Revista Digital. Buenos Aires, Año 20, Nº 209, Octubre de 2015. http://www.efdeportes.com


DA SILVA SANTOS, Stephany; BRANDÃO, Gisetti Corina Gomes; ARAÚJO, Kleane Maria da Fonseca Azevedo. Isolamento social: um olhar a saúde mental de idosos durante a pandemia do COVID-19. Research, Society and Development, v. 9, n. 7, p. e392974244-e392974244, 2020.


FALSARELLA, Glaucia Regina et al. Prevalência e fatores associados às doenças reumáticas e aos sintomas articulares crônicos em idosos. 2010


JUNIOR, Elzo Pereira Pinto et al. Doenças reumáticas e incapacidades no contexto do envelhecimento populacional. Revista Brasileira de Ciências do Envelhecimento Humano, v. 7, n. 3, 2010.


KNOB, Bruna et al. Abordagem fisioterapêutica em um indivíduo com dermatopolimiostosite e artrite reumatóide: relato de caso. Revista Contexto & Saúde, v. 18, n. 34, p. 53-57, 2018.


KOMIYAMA, Jhonathan Fernandes; DE AGUIAR, Cláudia Fernanda. O papel do advogado na sociedade. Revista JurisFIB, v. 6, n. 2, 2015.


MACHADO, Gustavo Pinto da Matta et al. Projeto Bambuí: prevalência de sintomas articulares crônicos em idosos. Revista da Associação Médica Brasileira, v. 50, p. 367-372, 2004.


OLIVEIRA, Nicácia Souza et al. Percepção dos idosos sobre o processo de envelhecimento. Id On Line Revista de Psicologia, v. 8, n. 22, p. 49-83, 2014. disponível em acesso em 18 ago 2021.


OLIVEIRA, P. M., Alves, L. F. S., Silva, A. G. d., Pires, N. O., Nascimento, T. R., Cruz, G. S. Valença, T. D. C. (2021). Ações Intervencionistas no alívio dos sintomas de doenças reumáticas em idosos. Revista Univap - revista.univap.br São José dos Campos-SP-Brasil, v. 27, n. 53, jan./jul. 2021. ISSN 2237-1753


PINHEIRO, Joana. Terapêutica Nutricional na Artrite Reumatóide. Acta Portuguesa de Nutrição, n. 3, p. 26-30, 2015.


ROSINHA, Daniela Leandra da Silva. Fibromialgia, retrospectiva e novos desafios. 2014. Tese de Doutorado. [sn].


RUÍZ, Lorena Elizabeth Castillo et al. Orientación nutricional y práctica de actividades físicas en pacientes con enfermedades reumáticas. Revista Cubana de Reumatología, v. 23, n. 2, p. 207, 2021.


SÁ, M. D. C.; OLIVEIRA, Abílio. A condição de saúde entre pessoas com doença reumática. In: 6º Congresso Ibero-Americano em Investigação Qualitativa (CIAIQ2017) e 2nd International Symposium on Qualitative Research (ISQR2017). Ludomedia, 2017. p. 1394-1399.


SODRE, Francis. O Serviço Social entre a prevenção e a promoção da saúde: tradução, vínculo e acolhimento. Serviço Social & Sociedade, n. 117, p. 69-83, 2014.


SOUZA, T.J.N; Silva, J.J.B.; Lins, A,E,S. Percepção de idosos sobre o envelhecimento em um projeto extensionista. São Paulo: Revista Remecs. 2020; 5(8):29-39.

12 visualizações